Sobre os 10 filósofos que mais influenciam o discurso público

Quem quiser perceber o porquê de o igualitarismo moral dominar de forma hegemónica a modernidade pode olhar para esta lista dos 10 filósofos que mais influenciam o discurso público. Temos presentes todas as facções do igualitarismo que grassa o ocidente: o universalismo redentor de Peter Singer, o marxismo assumido de Dworkin, o marxismo não assumido de Habermas, o feminismo de Nussbaum, a luta em defesa do seu grupo étnico de Appiah e West (que são mais activistas políticos identitários do que filósofos), o “desenvolvimentismo” mundial igualitário de Sen (autor que demonstra brilhantismo no campo da filosofia da economia), o obscuro Humberto Eco, o comunitarismo de Michael Sandel por quem eu nutro simpatia apesar do seu igualitarismo que vejo como algo incoerente e, por fim, o Dennett, cujas perspectivas evolutivas são interessantes mas que adquire fama mais por causa do seu estatuto de “novo ateísta”.

Esta lista não podia resumir melhor o ocidente actual: irreligioso, mais preocupado com o outro do que consigo mesmo, a confundir ideias particulares com universais, a destruir o valor dos papeis tradicionais, sem identidade, sem memória histórica e, com esta literatura a predominar, sem futuro.

Top 10 Public Philosophers

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